terça-feira, 17 de agosto de 2021

NO FIM DAS CONTAS









 Não há nenhuma diferença

entre o que está aí e o que já foi

Trocaram o patrão

mas ficaram os mesmos bois

Ninguém mais raciocina

só replicam a informação

Ninguém mais lê notícia

Comentários sem noção

Música não tem mais  poesia

Só se ouve aberração.


A ignorância socialista

quer o pão sem trabalhar

canta um hino de igualdade

quer o peixe sem pescar

E o operário que trabalha

mês inteiro pra viver

É roubado e escravizado 

Um leão a lhe comer.


No fim das contas 

eu pago minhas contas

Se quer viver assim

trabalha meu irmão!

No fim da vida                                              

eu escolho minha saída

Se queres um caminho

Abre os olhos e sai da escuridão!

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